O secretário de Saúde do município de Manacapuru, David Tayah, tem sido alvo de críticas diante do agravamento da situação da saúde pública local. De acordo com relatos, a gestão é marcada por uma postura considerada distante e burocrática, em meio a problemas como a falta de medicamentos, superlotação nas unidades de saúde e escassez de profissionais.
Ainda segundo as denúncias, o gestor não tem apresentado medidas efetivas para enfrentar a crise, limitando-se a declarações públicas consideradas insuficientes diante da complexidade dos desafios. Há também apontamentos sobre a ausência de planejamento estratégico e de ações concretas voltadas às principais demandas da população.
Moradores relatam que queixas relacionadas ao atendimento e à estrutura das unidades de saúde não têm recebido a devida atenção, enquanto dificuldades estruturais persistem sem solução. Outro ponto destacado é a suposta falta de proximidade da gestão com a realidade das comunidades, especialmente as mais vulneráveis.

De acordo com essas informações, visitas do secretário a hospitais e postos de saúde seriam pouco frequentes, o que, na avaliação de usuários do sistema, contribui para a falta de diálogo com pacientes e profissionais da área. A situação levanta preocupação também em relação ao atendimento nas zonas rurais do município, onde o acesso aos serviços de saúde tende a ser ainda mais limitado.
As críticas indicam que o cenário atual tem gerado insatisfação entre os moradores, que relatam sensação de abandono por parte do poder público municipal. Entre os pontos mencionados está, ainda, o fato de o secretário não residir no município onde exerce a função, o que, segundo os relatos, reforça a percepção de distanciamento da gestão em relação às necessidades locais.
Até o momento, não houve posicionamento oficial do secretário sobre as críticas apresentadas.




