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Criança com TEA sai de escola municipal sem ser percebida e família cobra acesso a imagens em Manaus

Um caso envolvendo a segurança de um aluno com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem preocupado familiares e levantado questionamentos sobre os procedimentos de vigilância em uma unidade da rede municipal de ensino de Manaus.

De acordo com informações repassadas pelos responsáveis, o caso ocorreu no dia 11 de fevereiro, por volta das 10h50, na Escola Municipal Professor Fernando Timóteo da Silva, localizada na Rua Capitão Braile Pinto, nº 662, Conjunto Manoa, bairro Cidade Nova, zona Norte da capital.

Segundo os familiares, o aluno H.D.S.E., de 6 anos, que cursa o 1º ano do Ensino Fundamental e possui diagnóstico de TEA, teria saído das dependências da escola sem que fosse percebido por funcionários da instituição. A criança teria sido localizada posteriormente a cerca de dois quarteirões da unidade escolar.

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Preocupados com a situação, os responsáveis informaram que solicitaram acesso às imagens das câmeras de segurança da escola, para entender como ocorreu a saída da criança do local. No entanto, segundo a família, o acesso às imagens não teria sido disponibilizado diretamente.

Ainda conforme os familiares, foi registrado Boletim de Ocorrência na Polícia Civil do Estado do Amazonas, que também emitiu um ofício solicitando oficialmente as gravações do sistema de monitoramento para instruir o procedimento.

A família afirma que também realizou comunicação formal à Secretaria Municipal de Educação de Manaus (Semed) e seguiu todas as orientações repassadas pela ouvidoria do órgão, incluindo a abertura de protocolo administrativo solicitando as imagens.

Mesmo após os trâmites realizados, os responsáveis relatam que até o momento não obtiveram retorno conclusivo sobre o acesso às gravações. O receio da família é que, com o passar do tempo, as imagens possam não estar mais disponíveis, o que poderia dificultar eventuais medidas jurídicas sobre o caso.

Outro ponto que preocupa os familiares é como a criança conseguiu deixar a unidade escolar sem ser percebida, levantando questionamentos sobre os protocolos de segurança adotados para alunos, especialmente aqueles com necessidades especiais.

A reportagem tentou contato com a direção da Escola Municipal Professor Fernando Timóteo da Silva, mas não houve retorno até o fechamento desta matéria.

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